"Depois da COP30: O Futuro do Planeta, Empresas e Organizações em Foco"
- greencircleops
- 26 de ago. de 2025
- 2 min de leitura

O que esperar após a COP30?
Planeta: avanços substantivos... Mas ainda muito em jogo
Financiamento climático ampliado: A COP30 dará reforço à “Rota Baku‑Belém 1,3T”, com negociações voltadas a elevar os investimentos globais em clima de US$ 300 bilhões (nível atual) para US$ 1,3 trilhão por ano até 2035. Proteção das florestas tropicais: Destaca-se o Tropical Forests Forever Facility (TFFF) um fundo de US$ 125 bilhões para conservação florestal, previsto para ser lançado em Belém, distribuindo recursos a partir de 2026.
Integração entre clima e saúde:
Será lançado o Belém Health Action Plan, com foco em vigilância, políticas baseadas em evidências, inovação e fortalecimento de sistemas de saúde resilientes ao clima Organização Mundial da Saúde. Chamado para governança climática renovada: Há um crescente debate para que os COPs evoluam, aprendendo com modelos mais estruturados, evitando pactos simbólicos e reforçando mecanismos vinculantes. Energia renovável escalada: Empresas por meio da Global Renewables Alliance comprometeram-se a turbinar investimentos em energia limpa, com planos de triplicar a capacidade renovável, dobrar eficiência energética e acelerar a transição de combustíveis fósseis.
Mercado de carbono mais transparente: Espera-se que COP30 avance nos marcos regulatório para tornar os mercados de carbono mais confiáveis e acessíveis, especialmente para países em desenvolvimento. Apelo por finanças climáticas ampliadas: Autoridades como Mafalda Duarte, do Fundo Verde para o Clima, pressionam por uma escala muito maior de financiamentos com meta de alcançar US$ 50 bilhões em fundos geridos até 2030. Presença indígena e justiça climática: A COP30 busca dar destaque às vozes dos povos indígenas e das comunidades vulneráveis, incluindo participação mais ativa e garantida em negociações políticas e na governança climática. Transparência e inclusão: Há pressão para que o evento não se transforme num espetáculo vazio, mas promova decisões reais, com participação civil robusta e atenção aos contextos sociais.
Desafios logísticos e participação efetiva: A escolha de Belém reforça o símbolo de combate às desigualdades, mas há preocupações como a escassez de hotéis, altos preços e exclusão de delegados mais vulneráveis que colocarão à prova o compromisso com equidade. Renovação das instituições climáticas: A sociedade civil convoca reformas reais, pressão política e atuação direta para que este COP entregue resultados tangíveis e abra caminho para ações concretas nas próximas décadas.
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