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4 Setores Lucrativos Que Provam Que Finanças Climáticas Vão Muito Além do ‘Hype’

  • Foto do escritor: greencircleops
    greencircleops
  • 9 de jul. de 2025
  • 2 min de leitura

Com eventos climáticos cada vez mais extremos, investimentos do gênero é forma de mitigar impactos e garantir um futuro melhor. A sustentabilidade climática vem ganhando cada vez mais espaço no universo financeiro nos últimos anos. Além de fundos de investimentos temáticos, comercialização de créditos de carbono e produtos financeiros voltados à mitigação de dados ambientais, cresce também a necessidade que bancos e gestoras adotem uma postura mais proativa com relação ao financiamento de projetos climáticos. Por mais que o termo ESG (Ambiental, Social e Governança, na sigla em inglês) não seja exatamente uma novidade, desde o início do século ele tem tido o seu momento de idas de vindas. Se durante a pandemia muitos declararam ver no ESG o futuro da manutenção dos lucros, agora bancos e gestoras de Wall Street abandonam iniciativas como a Net Zero Asset Managers (Nzami). O momento coincide com a volta de Donald Trump, opositor de iniciativas ESG, ao poder. Enquanto países em desenvolvimento solicitaram US$ 1,3 trilhão (R$ 7,93 trilhões) até 2035 para promover adaptações climáticas e avançar na agenda sustentável, países desenvolvidos prometeram apenas US$ 300 bilhões, criando um déficit significativo de financiamento.


A cifra gorda mostra que há uma oportunidade para que bancos (e investidores) façam um investimento de impacto sem comprometer o seu retorno financeiro. As oportunidades são diversas, muito embora desafios persistam. O envolvimento do mercado financeiro, no entanto, ainda está “longe do ideal” para de fato promover uma mudança duradoura. Uma das questões apontadas por Buosi é a falta de diálogo entre profissionais de finanças e os de sustentabilidade. “É preciso entender que, gostando ou não, as mudanças climáticas irão afetar os modelos de produção”, apontou. Ela também pondera que somente recursos públicos serão insuficientes para encarar essa nova realidade.




Analise Green Circle


Em economia, há um conceito chamado de externalidade. Ela pode ser algo positivo ou negativo, mas não é passível de controle. “Diante do que vivemos, a tendência é que o custo de não tomar nenhuma atitude quanto às mudanças climáticas fique cada vez mais alto”. Visualizar uma economia com emissão zero ainda soa como algo utópico para muitos e, apesar do aparente retrocesso recente, a pauta segue viva e vai muito além de apenas uma “modinha”.


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